Política

TSE suspende propaganda de Lula que chama Flávio Bolsonaro de ‘funcionário fantasma’

Em apuração ?

Ministra Estela Aranha determina suspensão de trecho que pode induzir eleitor a erro

Plenário do Tribunal Superior Eleitoral durante sessão
Imagem: G1

Propaganda eleitoral de Lula acusando Flávio Bolsonaro de ser 'funcionário fantasma' foi suspensa pelo Tribunal Superior Eleitoral. Decisão preliminar impede exibição do programa até julgamento final do plenário do TSE.

A Justiça Eleitoral determinou a suspensão da propaganda eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em que ele chama o candidato Flávio Bolsonaro (PL) de “funcionário fantasma”. A decisão foi tomada pela ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo a ministra Estela Aranha, o trecho da propaganda pode “induzir o eleitor em erro quanto à existência e ao significado dos fatos apresentados”. Em sua decisão, ela ressaltou que o programa eleitoral não se limita a uma crítica à trajetória pública de Flávio Bolsonaro, mas apresenta um “suposto currículo” com aparência documental, associado à narração das acusações contra o candidato. A ministra destacou que o potencial lesivo da propaganda decorre não só das frases isoladas, mas da combinação entre texto, imagens e contexto comunicacional.

Até o pronunciamento final do plenário do TSE, está proibida a divulgação dessa propaganda por parte das emissoras de televisão que transmitem o horário eleitoral.

O portal g1 entrou em contato com as equipes de Flávio Bolsonaro e Lula, mas não obteve retorno até a publicação da matéria. A decisão da ministra Estela Aranha é preliminar, e o pedido ainda será analisado pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral.

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O que sabemos?

  • A ministra Estela Aranha do TSE suspendeu a propaganda eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que o chama de 'funcionário fantasma'.
  • A decisão considerou que o trecho da propaganda pode induzir o eleitor em erro quanto à existência e significado dos fatos apresentados.
  • A propaganda apresenta um suposto currículo com aparência documental, além da narração das acusações contra Flávio Bolsonaro.
  • A decisão é preliminar e a propaganda está proibida de ser exibida até o julgamento final do plenário do TSE.
  • O g1 tentou contato com as equipes dos candidatos, mas não obteve retorno até a publicação.

O que ainda não foi confirmado?

  • Data exata da decisão ou da primeira veiculação da propaganda.
  • Data em que a ação foi aberta no TSE.
  • Contexto da campanha ou frequência de ataques entre candidatos.

Fontes

  • G1 imprensa
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