Policial

Justiça mantém condenação por golpe de R$ 1,3 milhão envolvendo dados falsificados de empregada doméstica

Em apuração ?

Homem contratado por golpe usou documentos falsos para abrir contas e contrair empréstimos em nome de vítimas.

Representação de documento sendo analisado por mãos humanas.
Imagem: CNN Brasil

A 3ª Vara Criminal de Araçatuba condenou um homem por estelionato e falsidade ideológica após utilizar dados falsos de uma empregada doméstica e de seu filho para obter mais de R$ 1,3 milhão.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), uma condenação foi mantida nesta terça-feira (1º) contra um homem que usou dados pessoais falsificados de uma empregada doméstica e de seu filho para abrir contas bancárias e contrair empréstimos, totalizando mais de R$ 1,3 milhão em dívidas.

O homem foi condenado pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica. A pena fixada foi de três anos e oito meses de reclusão, entretanto, essa condenação foi substituída por penas restritivas de direitos, incluindo o pagamento de uma prestação pecuniária às vítimas, no valor equivalente a 50 salários mínimos. O relator do processo destacou que as vítimas eram pessoas de pouca instrução, que depositavam confiança no acusado, o que agravou a reprovação ao seu comportamento.

Segundo o TJSP, o acusado utilizou seis documentos com declarações falsas ao cometer os crimes. O relator ainda ressaltou que o indivíduo agia com "intenso dolo e distinta consciência da ilicitude", o que reforça a gravidade do caso.

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O que sabemos?

  • A Justiça manteve a condenação de um homem que usou dados pessoais falsificados de uma empregada doméstica e de seu filho para abrir contas bancárias e contratar empréstimos que somaram mais de R$ 1,3 milhão.
  • Ele foi condenado pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica pela 3ª Vara Criminal de Araçatuba.
  • A pena aplicada foi de três anos e oito meses de reclusão, substituída por penas restritivas de direitos, incluindo pagamento às vítimas no valor equivalente a 50 salários mínimos.
  • O relator destacou que as vítimas tinham pouca instrução e depositavam confiança no acusado, o que agravou a reprovabilidade das condutas.
  • Foram utilizados seis documentos com declarações falsas durante os crimes.
  • O acusado agiu com intenso dolo e consciência da ilicitude.
  • A confirmação da informação foi divulgada pelo TJSP.

Fontes

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