Artista plástico é preso em Ribeirão Preto por suspeita de estelionato em vendas de quadros personalizados
Homem de 54 anos prometia obras a clientes pelas redes sociais e não entregava as encomendas, gerando pelo menos 10 denúncias
Um artista plástico de Barretos foi detido em Ribeirão Preto após suspeita de fraude envolvendo obras de arte personalizadas vendidas entre R$ 500 e R$ 600. Segundo a polícia, ele utilizava informações das vítimas para ganhar confiança e justificou atraso pela questão dos fornecedores.
Um artista plástico de 54 anos foi preso na manhã desta terça-feira (1º) em Ribeirão Preto (SP) sob suspeita de estelionato. Conforme informou a Polícia Civil, ele prometia e vendia quadros personalizados pela internet, captando imagens das redes sociais dos clientes para criar uma relação de confiança, mas não entregava as encomendas. As peças custavam entre R$ 500 e R$ 600.
O acusado, que morava em Barretos (SP), agia regionalmente, conforme a polícia, e alegou em depoimento que não entregou as obras devido a atrasos com fornecedores. Segundo o delegado Gustavo Coelho, ele usava dados pessoais e familiares das vítimas para embasar a fraude. Até o momento, pelo menos dez pessoas registraram denúncias contra o artista plástico, todas na região onde atuava.
Apesar de afirmar residir em Uberlândia (MG) para alguns clientes, o homem realmente morava em Barretos, o que faz parte da investigação para entender o modus operandi completo da suspeita fraude. Ainda não foi localizada a defesa dele para comentar o caso, e as informações até aqui foram confirmadas pela Polícia Civil e reportagem do G1.
O que sabemos?
- Artista plástico de 54 anos foi preso em Ribeirão Preto (SP) por suspeita de estelionato.
- Ele prometia quadros personalizados pelas redes sociais e recebia pagamento, mas não entregava as obras.
- Os valores das peças variavam entre R$ 500 e R$ 600.
- Ele morava em Barretos (SP) e atuava regionalmente, apesar de dizer para clientes que morava em Uberlândia (MG).
- Pelo menos 10 pessoas registraram denúncias contra ele.
- Em depoimento, o suspeito alegou atraso com fornecedores como motivo para não entregar as encomendas.
- Ele usava dados pessoais e familiares das vítimas, retirados das redes sociais, para ganhar confiança e dar credibilidade à fraude.
- A defesa do suspeito ainda não foi localizada para comentar o caso.
Fontes
- G1 imprensa





