Laudo confirma que ossos encontrados em terreno baldio de Presidente Prudente são animais
Fragmentos carbonizados foram encontrados junto a outros resíduos no Jardim Itapura após denúncia de descarte irregular
Investigação da Polícia Civil, baseada em exame do IML, descartou a hipótese de restos humanos entre fragmentos ósseos achados em março de 2026. O caso teve origem após denúncia anônima sobre queimada e descarte em local público.
A Polícia Civil de Presidente Prudente (SP) encerrou a investigação sobre os fragmentos ósseos encontrados em um terreno baldio no bairro Jardim Itapura, concluindo que os vestígios são de origem animal. A apuração começou no dia 7 de março de 2026, após uma denúncia anônima indicar que um homem teria descartado entulho e ateado fogo no local.
No terreno onde os ossos foram achados, os policiais também encontraram outros resíduos queimados, como pneus, fraldas, garrafas plásticas e madeira, segundo informou a reportagem do g1 Presidente Prudente e Região. O material, bastante carbonizado, chamou inicialmente atenção e levantou suspeitas sobre seu conteúdo.
Para esclarecer a dúvida, três fragmentos ósseos foram recolhidos e enviados para exame no Núcleo de Antropologia do Instituto Médico Legal (IML). O laudo pericial apontou que os ossos apresentavam um "intenso grau de carbonização" e descartou a presença de restos mortais humanos, garantindo que se tratava de origem animal, conforme confirmado pela Polícia Civil.
A apuração foi conduzida pela Polícia Civil local, que, mesmo após análise de imagens do entorno, não conseguiu identificar o responsável pelo descarte irregular. Com o laudo final em mãos, o inquérito foi remetido ao Poder Judiciário, dando-se por concluída as diligências.
O que sabemos?
- Fragmentos ósseos carbonizados foram encontrados em 7 de março de 2026 em terreno baldio no bairro Jardim Itapura, em Presidente Prudente (SP).
- Além dos ossos, foram encontrados resíduos queimados como pneus, fraldas, garrafas plásticas e madeira no local.
- O Núcleo de Antropologia do Instituto Médico Legal (IML) analisou três fragmentos ósseos com intenso grau de carbonização.
- O laudo do IML descartou que os fragmentos fossem restos mortais humanos e confirmou a origem animal dos vestígios.
- A Polícia Civil não identificou o autor do descarte após análise de imagens e outras diligências.
- O inquérito foi concluído e enviado ao Poder Judiciário.
O que ainda não foi confirmado?
- Informação divulgada apenas por G1; aguardando outras fontes.
Fontes
- G1 imprensa



